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quarta-feira, 30 de junho de 2010

Maldição da Nike: garotos-propaganda da marca deixam a Copa



O comercial que a Nike preparou para a época da Copa do Mundo parece ter ares de "maldição". Ronaldinho Gaúcho não foi convocado para a seleção brasileira. O italiano Fabio Cannavaro, o marfinense Didier Drogba e o francês Franck Ribery foram eliminados na primeira fase. Nas oitavas de final, foi a vez do inglês Wayne Rooney e do português Cristiano Ronaldo. Nenhum dos garotos-propaganda conseguiu escrever o futuro, como é o mote da campanha de 2010 da multinacional da vestimenta esportiva dos EUA. Já o brasileiro Kaká, o argentino Messi e o espanhol David Villa, meninos da concorrente Adidas, continuam na corrida.

Moniquinha, filha de Romário: 'Morro de ciúmes do meu pai'





De todos os zagueiros que Romário enfrentou, nenhum deles o marcou de forma tão intensa quanto a filha Mônica Santoro, conhecida como Moniquinha. A moça, de 20 anos, filha mais velha do craque com sua primeira mulher, a ex-modelo homônima, confessa que faz marcação cerrada em Romário.


“Morro de ciúmes do meu pai. Às vezes, saímos para dançar e fico irritadíssima quando as mulheres se atiram no meu pai. Faço logo cara feia, fico emburrada. Tem gente que nem se aproxima dele quando me vê”, conta Moniquinha.


Solteira, a jovem, que namorou por cinco anos, também sofre para driblar o paizão. “Só tive dois namorados e meu pai levou numa boa. Mas ele não gosta de conversar sobre paquera, meninos, não. Ele também é bem ciumento comigo”, diz Moniquinha que faz, pela primeira vez, um ensaio fotográfico mais ousado. “Acho que meu pai vai cair para trás”.


Além do ciúme, Moniquinha também herdou de Romário a paixão pelos esportes. Ela pratica futevôlei há 1 ano e meio e surfa há oito. A profissão a ser seguida, no entanto, não está definida. A torcedora do Vasco passou para o quarto período da faculdade de desenho industrial na PUC (com habilitação em design de moda), mas não sabe o que fará no futuro: “Não me encontrei ainda. Só sei que o esporte é hobby porque não tenho disciplina para ser atleta”.



Apesar de seu pai ter sido o melhor jogador da Copa de 94 e ter trazido o tetracampeonato para o Brasil, Moniquinha se lembra de um momento mais triste: o corte de Romário, quatro anos depois, na Copa da França: “Lembro que chorava muito vendo o sofrimento do meu pai”.





Via Twitter, Simon anuncia árbitro de Holanda x Brasil: Yuichi Nishimura

Japonês apitou três vezes na fase de grupos e deu o primeiro cartão vermelho da Copa. Fifa ainda não anunciou oficialmente a escolha

Ao lado de Loco Abreu, do Uruguai, Nishimura aplica cartão vermelho na Copa

O árbitro brasileiro na Copa do Mundo da África do Sul, Carlos Eugênio Simon, informou via Twitter nesta quarta-feira que o juiz que vai apitar o jogo entre Holanda e Brasil, na sexta, pelas quartas de final, será o japonês Yuichi Nishimura. Ele apitou três partidas neste Mundial: Uruguai 0x0 França, Espanha 2x0 Honduras e Paraguai 0x0 Nova Zelânida, todas na primeira fase.


- O árbitro do jogo Brasil x Holanda é o japonês Yuichi Nishimura. Desejo boa sorte ao amigo – disse Simon, no microblog.

Nishimura provou ser rigoroso em sua estreia na Copa, pois expulsou o primeiro jogador na África do Sul. O uruguaio Nicolás Lodeiro entrou duro em Sagna no empate sem gols com a França e, como já tinha recebido um cartão amarelo um pouco antes, acabou indo para o chuveiro mais cedo.

No jogo entre Espanha e Honduras, uma polêmica. O atacante David Villa acertou um tapa no hondurenho Emilio Izaguirre pouco antes do intervalo, numa resposta a um pisão dado pelo adversário em uma jogada anterior. O lance foi captado pelas câmeras de TV, mas parece não ter sido visto por Yuichi Nishimura .O Comitê Disciplinar da Fifa decidiu que não havia base para abrir processo contra o jogador espanhol.


O árbitro nasceu em Tóquio e é um grande fã de um esporte que pouco tem a ver com futebol: o golfe. Além do atual Mundial, ele já trabalhou na Copa Africana de 2008, em Gana, e em Mundiais sub-17 e sub-20.

O japonês já viveu um momento bem complicado em sua carreira quando teve que parar uma partida válida pela Liga dos Campeões da Ásia entre Al Karamah, da Síria, contra Al Qadisya, do Kuwait, por vinte minutos. Os torcedores estavam lançando fogos de artifício em direção ao gramado.

A Fifa ainda não anunciou oficialmente o árbitro da partida.

Holanda e Brasil se enfrentam às 11h (de Brasília), em Porto Elizabeth. O vencedor terá pela frente Uruguai ou Gana na semifinal.





 

Nas quartas, Juan espera jogo aberto e estudado contra a Holanda

Zagueiro da seleção brasileira vê semelhanças entre o futebol dos dois países e não acredita que haverá retranca por parte do adversário

Juan sorri durante coletiva em Joanesburgo



Na primeira fase da Copa do Mundo, a seleção brasileira enfrentou três retrancas. Logo de cara, contra a Coreia do Norte. Depois, diante de Costa do Marfim e Portugal. Nas oitavas de final, o primeiro time que foi para cima do Brasil, o Chile. Não por acaso, a vitória mais tranquila. Agora, contra a Holanda, nas quartas de final, sexta-feira, em Porto Elizabeth, a expectativa é por um jogo parecido.


Pelo menos por parte de Juan, um dos líderes do sistema defensivo da seleção brasileira. Segundo o jogador, o estilo de jogo dos holandeses é parecido com o do time de Dunga. E por isso o encaixe pode ser melhor.

- Eu acho bem difícil eles ficarem atrás, porque o estilo de jogo é mais ou menos igual ao nosso. E eles gostam de ir para o ataque. Naturalmente eles vão buscar o jogo – analisou o camisa 4 da seleção brasileira.

Autor do primeiro gol sobre o Chile, na última segunda-feira, Juan, por outro lado, acha que a partida será bastante estudada pelos dois times. Mas o objetivo do Brasil é sair na frente se possível logo no primeiro tempo.


- Será um jogo estudado, até preso no começo, acredito. Vamos tentar imprimir o nosso ritmo e fazer um gol no primeiro tempo, porque sabemos que quando estamos em vantagem conseguimos fazer uma boa partida – finalizou o zagueiro.

A partida entre Brasil e Holanda será na sexta-feira, às 11h de Brasília, em Porto Elizabeth. Quem passar dessa fase encara o vencedor do duelo entre Uruguai e Gana, que acontece também na sexta, na semifinal.

Dezesseis anos depois, Mattheus mira o embala neném do neto de Bebeto

Filho do tetracampeão espera que a seleção repita a vitória sobre a Holanda que marcou seu nascimento em 1994 e avisa: 'Vou retribuir numa Copa'

No campo de futebol que tem em casa, Mattheus veste a camisa azul com o número que foi de Bebeto e repete o gesto que virou marca do pai em 1994


Alguns momentos de uma conquista de Copa do Mundo são tão marcantes que não se perdem nem com o passar dos anos. No tetracampeonato da seleção brasileira, por exemplo, um gesto carinhoso e espontâneo de Bebeto transformou-se em símbolo daquela campanha. No dia 9 de julho de 1994, Brasil e Holanda se enfrentaram pelas quartas de final do Mundial. Aos 18 minutos do segundo tempo no Cotton Bowl, em Dallas, nos Estados Unidos, o lateral-esquerdo Branco afastou a bola do campo de defesa e achou Bebeto na intermediária adversária. O camisa 7 ganhou do marcador na corrida, driblou o goleiro De Goey e empurrou para o fundo das redes. Feliz feito criança, o craque comemorou com o famoso “embala neném”, uma homenagem ao filho caçula Mattheus, que havia nascido dois dias antes (assista ao vídeo).


Quase dezesseis anos depois, Mattheus já perdeu as contas de quantas vezes assistiu à cena. “Milhões e milhões”, segundo ele. E sempre é especial. Nesta quarta-feira, o garoto recebeu a reportagem do GLOBOESPORTE.COM em casa, vestiu a camisa azul com o número de Bebeto e repetiu o gesto do pai.

Ele sempre fala que foi um gesto espontâneo, que não tinha programado. Vieram Romário e Mazinho e ele não entendeu nada (risos). Mas já que ele estava fazendo foi embora. Acho que por isso ficou marcado. O jogo inteiro eu nunca vi. Vi os melhores momentos. O Brasil abriu 2 a 0 numa partida que não era fácil e eles tornaram fácil. Mas eu acho que quando a Holanda fez o primeiro gol afunilou o jogo, eles começaram a ir para cima e fizeram o 2 a 2. Só que aí num lance de brilho do Branco ele acertou uma falta maravilhosa no único lugar que a bola poderia entrar. Um pai fazer um gesto daquele não tem coisa melhor para o filho. Ainda mais numa Copa do Mundo. Não tenho palavras. Quero retribuir esse gesto um dia – comentou.

Mattheus é jogador das categorias de base do Flamengo e da seleção brasileira sub-16. É meio-campista e admirador do futebol de Kaká. O garoto gosta de comemorações diferentes, como as que Robinho, Ganso e Neymar fazem no Santos. Mas o gesto marcante do pai ele quer repetir na hora mais apropriada.


- Ainda não fiz. Vou retribuir, sim. Mas vou retribuir numa Copa do Mundo. Ele chora, a família toda pede, mas vou fazer numa Copa. Deixa guardado – avisou.

Os amigos de pelada não cansam de imitar Bebeto. Sempre que alguém tem a chance brinca com Mattheus. A comemoração também virou mania entre os jogadores profissionais. Não só no Brasil.

- Isso é normal (risos). Principalmente entre os amigos. Sempre tem um que quer mostrar. Acho legal. Vendo os jogos do Brasil e também de fora, todo pai que faz um gol para o filho faz o gesto. Sempre falo para o meu pai e ele acha bom. Não era para tomar essa proporção toda. Ele só queria fazer um gesto carinhoso, mas como o mundo todo assiste à Copa, ficou marcado – disse.

Nesta sexta-feira, Brasil e Holanda vão se reencontrar numa Copa do Mundo. O quarto duelo da história será em Porto Elizabeth, às 11h (de Brasília). Uma vaga na semifinal estará em jogo, assim como em 74, na Alemanha, quando a Laranja Mecânica venceu. Em 94, a seleção aproveitou a revanche. Quatro anos mais tarde, na França, novo confronto e vitória brasileira nos pênaltis, pelas semifinais.


- Em 98 eu cheguei a ir à Copa, mas não lembro de nada. Tinha quatro anos. Só lembro do que a minha mãe me fala. Vai ser a primeira vez que vou ter a oportunidade de ver esse jogo analisando as jogadas e as táticas dos times. Vou torcer para que o Brasil saia com a vitória. Gosto de assistir aos jogos do Brasil em casa, com os amigos, para analisar e ver os jogadores que eu gosto e me identifico. Para tentar repetir alguma jogada – afirmou.

Bebeto está na África do Sul. Foi contratado como comentarista de jogos do Brasil para uma emissora de televisão dos Emirados Árabes. Mattheus confia no time de Dunga, mas acredita que será um jogo tão difícil quanto os anteriores.

- Vai seguir a linha de sofrimento. A seleção da Holanda é muito boa, o grupo muito forte e todos os jogadores desequilibram. Mas estou bem confiante no trabalho do Dunga e do Jorginho. Apesar das críticas, que são normais no futebol, gosto bastante da seleção. Ela vem ganhando e não temos do que reclamar. Estou bem confiante para este jogo. Não há recordação melhor do que um jogo contra a Holanda numa Copa do Mundo. Tenho certeza de que o Brasil vai sair com o resultado positivo. A história não vai mudar e a vitória vai se repetir. Meu pai também está bem confiante pelo que demonstraram no último jogo (contra o Chile) – contou.

Jogo contra o Chile cria alternativa para o meio-campo da seleção

Na tranquila vitória por 3 a 0, setor atuou com novo desenho tático, dando movimentação ao time e deixando Gilberto Silva menos sobrecarregado



Uma das críticas mais ouvidas após a convocação da seleção brasileira para a Copa do Mundo foi a falta de um plano B para o meio-campo. Essa alternativa para o setor, no entanto, parece ter surgido na vitória por 3 a 0 sobre o Chile, na segunda-feira.


As entradas de Ramires pela esquerda e de Daniel Alves pela direita mudaram o desenho tático do meio-campo e deram mais movimentação ao time. Para a partida contra a Holanda, pelas quartas de final da Copa do Mundo, Dunga pode até manter o plano B, que garantiu uma vitória tranquila nas oitavas. Mas terá de mudar as peças, pois não poderá escalar Ramires, que cumprirá suspensão automática depois de levar o segundo cartão amarelo. Além disso, Elano também está descartado, o que deve significar a permanência de Daniel Alves no time.

No jogo contra Costa do Marfim, Dunga escalou um meio-campo com posicionamento parecido com o da seleção de 1994. Nele, Gilberto Silva e Felipe Melo ficam com a função de proteger a zaga, quase lado a lado, enquanto Elano (pela direita) e Kaká (pela esquerda) ficaram responsáveis pela criação. A formação foi montada para dar liberdade ao meia do Real Madrid, que usa muito as arrancadas, mas ainda recupera o ritmo de jogo aos poucos.


O esquema encontrou dificuldade para furar a retranca montada por Coreia do Norte e Portugal, sobretudo pela pouca mobilidade. Contra os portugueses, Kaká, suspenso, e Elano, machucado, foram substituídos por Julio Baptista e Daniel Alves, respectivamente, mas o esquema foi mantido. O mapa de calor dos meias (veja acima), exibido no site da Fifa, mostra como há mais áreas em vermelho, o que demonstra que os jogadores concentraram sua movimentação em determinados trechos do campo. Outra consequência foi Gilberto Silva ter ficado sobrecarregado: foi quem percorreu a maior distância contra Coreia do Norte e Costa do Marfim, e o segundo que mais correu contra Portugal. A seleção usou o esquema nos dois primeiros jogos e sofreu gols em ambos.

Contra o Chile, as contusões de Felipe Melo, Elano e do reserva Julio Baptista fizeram com que Dunga escalasse um meio-campo com estilo diferente. As entradas de Ramires, pela esquerda, e de Daniel Alves, pela direita, deram mais equilíbrio ao time. E mudaram o desenho tático, passando de um quadrado para um losango: Gilberto Silva ficou mais atrás, e Kaká, mais adiantado.


O esquema deixou a ligação entre defesa e ataque também nos pés de Daniel Alves e Ramires. E deixou Gilberto Silva menos sobrecarregado: ele percorreu uma distância menor do que Ramires e Daniel Alves contra o Chile. Coincidência ou não, teve o seu melhor desempenho nesta Copa do Mundo, de acordo com as notas dadas pelo GLOBOESPORTE.COM .

Formação do meio-campo é uma incógnita contra a Holanda


A suspensão de Ramires cria uma nova interrogação na cabeça de Dunga. Com um problema no tornozelo esquerdo, Felipe Melo faz tratamento intensivo para tentar voltar à seleção no jogo contra a Holanda, nesta sexta-feira, às 11h (de Brasilia), em Porto Elizabeth. O retorno do volante provavelmente deixaria o meio-campo com a mesma mesma formação tática dos dois primeiros jogos. Se Felipe Melo for vetado, Dunga teria as opções de escalar Josué ou Kleberson. E ficaria aberta a possibilidade de usar um quadrado ou um losango no meio-campo.

Com Felipe Melo e J. Baptista de volta, seleção treina para pegar a Holanda

Equipe de Dunga volta a jogar na próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), pelas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul

Felipe Melo volta a treinar com bola e é só alegria


Seleção é recebida por cerca de 100 torcedores em Porto Elizabeth

Brasil enfrenta a Holanda na próxima sexta-feira pelas quartas de final



A seleção brasileira chegou às 18h (de Brasília, 23h no local) a Porto Elizabeth. Apesar do frio, o time foi recebido com animação por cerca de 100 torcedores.


Eles, porém, tiveram de ver a equipe de longe, já que o esquema de segurança fez com que os atletas desembarcassem do ônibus já na porta do hotel. O isolamento, feito por aproximadamente de 40 policiais, deixou a torcida a cerca de 30m do time.

Porém, nem a distância e nem os 7° C reduziram a empolgação dos fãs. Mas o mais animado na festa verde e amarela era um sul-africano que se identificou como Thango. Misturado aos brasileiros, ele gritava, em inglês, 'Eu amo o Brasil' e 'Bem-vindos a Porto Elizabeth'.

Outra curiosidade é que um grupo com seis senhores holandeses passou pelo local pouco antes de a seleção chegar. Eles também se juntaram aos brasileiros e trocaram provocações, mas em clima cordial.

O Brasil enfrenta a Holanda na próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília) no estádio Nelson Mandela Bay. O jogo é válido pelas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul.

Larissa Riquelme: a modelo que ofuscou os paraguaios na Copa

Não importa a campanha inédita da seleção: o mundo parece só ter olhos para ela. E tudo começou com uma despretensiosa propaganda de celular

Larissa e seu telefone estrategicamente guardado: campanha de celular que destacou a modelo

Os jogadores enfrentaram 18 jogos de Eliminatórias, se classificaram para a Copa, fazem uma campanha inédita em Mundiais e, mesmo assim, estão em segundo plano. O nome do Paraguai no torneio, até agora, é Larissa Riquelme. Uma modelo de 25 anos que atraiu os olhares de diversos países e que ofuscou a própria seleção.


- Não tenho nenhum comentário sobre isso - disse o atacante Nelson Valdez, achando graça da pergunta sobre a modelo.

A história de Larissa começou de forma despretensiosa. Ela foi contratada por uma empresa de telefonia celular como garota-propaganda. Uma das ideias era guardar um aparelho dentro do generoso decote durante as partidas do Paraguai na Copa. Assim, a modelo assistiu à estréia, contra a Itália, em uma praça de Assunção. Mesmo já conhecida no país por atuações em musicais e em alguns programas de TV, seus atributos chamaram a atenção e tiveram grande repercussão interna.


No segundo jogo, contra a Eslováquia, ela voltou à mesma praça, com o mesmo uniforme que demonstrava todo o seu amor pela seleção. Coube então aos fotógrafos das agências internacionais espalharem as imagens de Larissa pelo planeta. Instantaneamente, virou "A namorada do Mundial", apelido dado pelo jornal espanhol "Marca".


Desde então, virou a grande atração dos jogos do Paraguai. Deu entrevistas para jornais, revistas, sites e canais de televisão de várias partes do mundo. Ganhou milhares de fãs na internet e diz ter recebido muitas propostas de trabalho. A própria Larissa parece ter se surpreendido com a fama repentina. Seu site oficial, por exemplo, foi feito às pressas e, por enquanto, só tem fotos sensuais e emails para contato.

- Acho que Larissa é mesmo a figura mais famosa do Paraguai nesta Copa. Está em jornais de muitos países e disse, inclusive, que quer aproveitar a fama que ganhou na Espanha para trabalhar por lá - diverte-se a jornalista Laura Morel, que cobre a Copa do Mundo na África do Sul para o site Paraguay.com.

Além da Espanha, Larissa fez muito sucesso também no Brasil e na Argentina. Na última terça-feira, quando a seleção paraguaia imaginava ter, enfim, ganhado sozinha as manchetes ao chegar pela primeira vez às quartas de final da Copa, Larissa atacou novamente. Prometeu sair nua em caso de título. E depois avisou que pode até antecipar a promessa com a classificação para as semifinais. De novo, virou o centro das atenções.


- Estamos felizes com a euforia dos torcedores, mas concentrados no nosso trabalho. O que vem de fora não nos preocupa - desviou-se o goleiro Villar.

Para provar que é torcedora de verdade, Larissa apontou os atacantes Nelson Valdes, Roque Santa Cruz e Lucas Barrios como os destaques do time. Nenhum deles, por enquanto, fez gol na Copa. Mesmo que despertem contra a Espanha e protagonizem uma zebra, ao fim do dia devem receber menos publicidade do que ela. Afinal, qual foto tem maior chance de ganhar destaque pelo mundo: Santa Cruz comemorando um gol ou Larissa pagando a sua promessa?

Larissa Riquelme se empenha na campanha do celular

Juan e Lúcio dividem rótulo de melhores do mundo com o elenco

Zagueiros exaltam o trabalho de toda a equipe na Copa do Mundo. Os dois têm sido destaque nos jogos da seleção brasileira até aqui

Dupla comemora gol contra o Chile

Juan e Lúcio certamente formam na seleção brasileira uma das melhores duplas de zaga do mundo. Tal rótulo tem sido ainda mais comentado depois dos quatro primeiros jogos do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Porém, segundo o camisa 4, eles não querem saber disso. Pelo contrário.


- Primeiro eu quero deixar claro que eu e o Lúcio não pensamos em ser os melhores do mundo. E em segundo lugar, nós reconhecemos que muito do nosso trabalho se deve aos nossos companheiros - declarou Juan.

É fato, porém, que a dupla tem esse status. Nessa Copa do Mundo, por exemplo, os dois têm se destacado não só na defesa como também no ataque. Juan já fez um gol e Lúcio tem dado perigosas arrancadas até a área adversária.

É evidente o entrosamento em campo dos dois, que jogaram juntos no Bayer Leverkusen, da Alemanha. Atualmente, porém, são rivais na Itália. Juan joga no Roma, e Lúcio no Internazionale de Milão.


- Não dá para falar de futuro. É muito difícil. Eu tenho mais três anos de contrato no Roma e estou feliz por lá. E o Lúcio também tem acordo com o Inter - falou o camisa 4 da seleção brasileira, quando perguntado se poderiam atuar juntos em algum clube novamente.

Nesta sexta-feira, às 11h de Brasília, Lúcio e Juan serão os responsáveis por parar o eficiente ataque da Holanda, na partida válida pelas quartas de final do Mundial da África do Sul. O jogo será em Porto Elizabeth.

Longa sequência invicta laranja tem só sete vitórias sobre times da Copa

Sem perder há 23 jogos, desde setembro de 2008, Holanda enfrentou na maioria seleções de segundo escalão. E não superou Inglaterra e Itália


Ameaça brasileira na sexta-feira veste laranja e tem nome e sobrenome: Arjen Robben


Os números assustam qualquer adversário. Entre 10 de setembro de 2008 e ao menos até 1º de julho de 2010, a Holanda soma uma incrível sequência invicta: são 23 jogos, com 18 vitórias, cinco empates, 47 gols pró e 12 sofridos em jogos das Eliminatórias europeias, amistosos e na campanha 100% na África do Sul.


Mas as mesmas estatísticas, vistas sob um olhar mais crítico, não apontam um novo bicho-papão do futebol mundial. E o Brasil, como manda o figurino, está longe de ser considerado um azarão para o duelo da próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), em Porto Elizabeth, pelas quartas de final da Copa do Mundo 2010. As previsões nas casas de apostas inglesas, nas quais o Brasil é apontado como favorito, não nos deixam mentir.

A Laranja Mecânica do técnico Bert van Marwijk enfrentou 18 adversários diferentes desde que perdeu para a Austrália por 2 a 1, no dia 6 de setembro de 2008, em amistoso disputado em Eindhoven. Esse foi o segundo jogo do treinador pela seleção – a estreia foi um empate por 1 a 1 com a Rússia, algoz na Eurocopa, em agosto.

De toda a sequência, somente dois rivais são considerados do primeiro escalão: Inglaterra e Itália, duas das figuras decepcionantes do Mundial, mas que não foram batidas pela Laranja (2 a 2 e 0 a 0, respectivamente, em 2009). Os holandeses também enfrentaram outras nove seleções classificadas para o Mundial da África do Sul, incluindo Paraguai (0 a 0) e Gana (4 a 1), hoje classificados para as quartas de final. Mas nestes 12 jogos – encarou o Japão em duas oportunidades –, registrou todos os seus empates e venceu sete vezes, sendo quatro já pela Copa. Mais de um terço dos 23 triunfos (oito) foram acumulados no Grupo 9 das Eliminatórias européias, contra Macedônia, Islândia, Noruega e Escócia.

A motivação por outra marca continua. Somente o Brasil de 1970 ganhou todas as partidas nas Eliminatórias e no Mundial, totalizando 12 triunfos com os 4 a 1 sobre a Itália, na decisão no Estádio Azteca (México). Para igualar o feito, a Holanda vai precisar alcançar 15 vitórias - e já soma 12. O técnico, no entanto, já é dono de um recorde invejável. Com a goleada sobre Gana, no 18º jogo, Bert van Marwijk ultrapassou Louis van Gaal e Dick Advocaat na corrida das séries de invencibilidade da Laranja.

Um dos principais pontos positivos da série invicta foi a utilização da mesma base desde o início. Jogadores como o goleiro Stekelenburg, o lateral-esquerdo Van Bronckhorst, os zagueiros Heitinga e Mathijsen, os volantes Van Bommel e De Jong, os meias Sneijder e Van der Vaart e os atacantes Kuyt, Robben e Van Persie participaram da maioria das partidas. E agora praticam todo o entrosamento adquirido, fora o poder de decisão de suas estrelas, nos campos da África do Sul. Que não seja assim no Nelson Mandela Bay.

COMENTARIOS - DUNGA MAIS UMA PRA GENTE QUEBRAR, A INVENCIBILIDADE DA HOLANDA.

Stekelenburg sai do banco de seu clube para brilhar pela Holanda

Goleiro ganhou a confiança do técnico Van Marwijk após barração no Ajax

Stekelenburg brilha na Holanda após ser barrado em seu clube

Robinho, Kaká, Luis Fabiano e companhia que se preparem. O homem que defenderá a meta holandesa parece ser dado a voltas por cima. Do banco do Ajax para o posto de camisa 1 da Holanda e um dos destaques da seleção na Copa do Mundo. Este é Maarten Stekelenburg, que em 2009 ficou um período barrado no clube holandês pelo técnico Marco Van Basten. Seu posto foi ocupado pelo jovem Kenneth Vermeer, de 22 anos.


- Ele me sacou porque me tornei complacente. Ele disse que eu não estava treinando o suficiente, mas eu certamente não estava com preguiça. Ele estava certo em uma coisa: eu não estava jogando bem – lembra Stekelenburg, que aos 27 anos já disputou 31 partidas pela seleção.

A coisa andava tão complicada que o técnico da seleção laranja, Bert van Marwijk, viu outros dois postulantes a posição se machucarem e apelou para que Van der Sar repensasse sua aposentadoria dos jogos internacionais e defendesse a equipe nas Eliminatórias para a Copa. Não foi atendido e restou ao treinador apostar em Stekelenburg nos jogos contra Escócia e Macedônia. O goleiro foi bem e ganhou a confiança do treinador.

- Eu não estava com medo de não voltar porque sei o que eu posso e acho que já demonstrei isso. Van Marwijk sempre confiou em mim quando eu não era a primeira escolha no Ajax.

O goleiro foi crucial na partida contra a Eslováquia, quando defendeu um chute da entrada da área de Stoch e outro à queima-ropua de Vittek. A Holanda vencia por 1 a 0 – no final, vitória por 2 a 1. Van Marwijk reconheceu que naquele momento crucial, Stekelenburg salvou o time laranja

- Aquelas duas defesas nos mantiveram no jogo. Foram grandes chutes. Depois disso, retomamos a iniciativa.

Stekelenburg levou apenas dois gols nesta Copa do Mundo, ambos de pênalti, contra Camarões e Eslováquia. Nas oitavas, inclusive, cometeu a penalidade e levou cartão amarelo, quando poderia ter sido expulso por ter sido o último homem da defesa. O arqueiro disse que não temia pela expulsão:

- O adversário estava correndo pela lateral e eu acho que tinha um zagueiro na linha do gol. Mas você nunca sabe…

Ele é honesto o bastante para admitir que comparações ainda existem:

- Se eu falhar, vão dizer para mim que aquela bola Van der Sar defenderia.

Veremos se na sexta-feira, às 11h, diante do Brasil, a torcida holandesa terá motivos para comparações.

COMENTARIO - SE FOSSE NO BRASIL NOSSO ILUSTRES COMENTARISTAS TAVAM CRITICANDO É O GOLEIRAÇO MAIS ESPERO QUE ELE FALHE DESTA VEZ ( RISOS )

Paris Hilton vai à África do Sul para acompanhar últimos jogos da Copa

Patricinha anunciou ida à terra de Mandela pelo twitter. Irmã, Nicky vai acompanhá-la na viagem ao país do Mundial

Paris Hilton sobre uma pilha de malas: 'Ready for World Cup! So excited!'

Carnaval, desfiles de moda e futebol: todo grande evento atrai a patricinha mais famosa do mundo, Paris Hilton. A modelo anunciou nesta quarta-feira, através de seu twitter, que vai à África do Sul, para acompanhar as últimas partidas da Copa do Mundo.


"Tive um ótimo dia. Tinha um monte de reuniões e agora estou de malas prontas para ir à África do Sul. Estou muito animada para ir à Copa do Mundo", escreveu na rede social.

Paris ainda postou uma foto em que aparece sentada sobre uma pilha de malas, pronta para seguir rumo à terra de Mandela. A patricinha viaja com a irmã Nicky, que chegou a postar há alguns dias a seguinte mensagem:

"Mal posso esperar para os safaris e a Copa do Mundo".

Esta não será a primeira vez que Paris vai ao país africano. Ela esteve na África do Sul em 2008 ao lado do então namorado Benji Madden para a acompanhá-lo em uma apresentação de sua banda Good Charlotte.

COMENTARIO - ALGUEM AVISOU A DOIDINHA QUE A SELEÇÃO AMERICANA FOI ELIMINADA ??? . ELA REALMENTE É UMA FIGURA.
 

Pelé critica Maradona como técnico e diz que Brasil não o convence

Ex-jogador diz não ter problemas com o argentino, mas alfineta: 'Ele teve uma vida muito conturbada, e isso raramente é bom para uma equipe'

Pelé diz que Maradona não tem influência nas boas atuações da Argentina

As polêmicas declarações entre Pelé e Maradona ganharam mais um capítulo nesta quarta-feira. Em entrevista ao jornal alemão “Tagesspiegel”, o maior jogador da história do futebol afirmou não ter problemas com o argentino, mas não deixou de fazer uma crítica, afirmando que não o considera um bom técnico. Além disso, revelou certo descontentamento com a participação da seleção brasileira na Copa do Mundo da África do Sul. Mesmo assim, confia no título.


- Apesar da vitória por 3 a 0 sobre o Chile, esta equipe ainda não me convenceu completamente - comentou o Rei do Futebol, que criticou o estilo defensivo e o argumento de Dunga, que disse buscar um time equilibrado.

Pelé considerou a Espanha como um dos principais concorrentes do Brasil ao título e disse que a Alemanha poderia surpreender "em um dia bom". Excluiu os argentinos da lista dos favoritos e não aprovou Maradona na condição de treinador.

- Não tenho nenhum problema com Maradona, apenas acho que ele não é um bom técnico. Ele teve uma vida muito conturbada, e isso raramente é bom para uma equipe - afirmou, explicando que craques são capazes de se organizar sozinhos em campo e que a atuação de Messi abre espaço para os companheiros.


A seleção da Alemanha foi elogiada por Pelé, que disse ser divertido vê-la em campo. Para ele, o time tem qualidade, mas é inexperiente para buscar o título.

- Eles podem driblar e criar momentos surpreendentes. A Alemanha tem um dos times mais jovens da Copa do Mundo. Mas acho que é inexperiente demais para o título - comentou.

Pelé criticou alguns lances do jogo entre Brasil e Costa do Marfim, pela segunda rodada da fase de grupos. A violência dos africanos e a expulsão de Kaká poderiam ter sido evitadas, segundo ele.


- Antes da Copa, os jogadores da Costa do Marfim prometeram futebol técnico e rápido. Mas onde esteve isso? A única coisa que vi no jogo contra o Brasil foi provocação e pontapé. Na expulsão do Kaká, o adversário corre em direção a ele, sem olhar. Kaká se protege e levanta o braço. Não foi agressão - analisou.


PS - REALMENTE ROMARIO TEM RAZÃO ELE É OTIMO DE BOCA FECHADA

Em treino nem tão secreto, Holanda se dedica a cobrar pênaltis

Quando souberam que estavam sendo observados, jogadores pararam atividade e acenaram para fotógrafos

Olha nós aqui! Jogadores da Holanda acenam para fotógrafos que observavam treino de pênaltis

Doze anos depois, a Copa de 1998 ainda está viva na cabeça dos holandeses. Em um treino secreto nesta quarta-feira, jogadores da seleção laranja cobraram pênaltis no gramado da Universidade Witwatersrand, em Joanesburgo. Quando os jogadores perceberam que estavam sendo observados por fotógrafos em um prédio, pararam as atividades e acenaram.

Van der Vaart treinou em separado. O meia-atacante do Real Madrid se recupera de uma lesão na panturrilha que o deixou de fora da partida contra a Eslováquia, pelas oitavas de final. Ryan Babel foi outro que também trabalhou sozinho. As informações são do site do jornal "De Telegraaf".


Na Copa de 1998, Holanda e Brasil se enfrentaram nas semifinais. Após empate por em 1 a 1 no tempo normal e na prorrogação, a vaga foi decidida nos pênaltis, e a seleção verde-amarela venceu por 4 a 2. Um novo encontro está marcado para a próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), desta vez pelas quartas de final.

Com Copa ameaçada por lesão, Elano reclama de impunidade

Jogador diz que correu o risco de ter a perna quebrada por Tioté, da Costa do Marfim. Árbitro sequer marcou falta



No instante em que Tioté, da Costa do Marfim, acertou Elano, no jogo da segunda rodada da Copa do Mundo, o brasileiro teve um misto de preocupação, revolta e alívio. Ele percebeu, naquele segundo, que o adversário estava disposto a machucá-lo, sentiu que estava diante de uma lesão e já imaginou que o problema poderia ter sido ainda pior. Nesta quarta-feira, o meio-campista deu entrevista coletiva para dizer que ainda tem esperanças de voltar a campo em uma Copa que parece estar encerrada para ele por causa do edema ósseo no tornozelo direito. E aproveitou para protestar contra a impunidade aos jogadores que distribuem pancadas no Mundial.


- Querem mudar a bola, colocar telão... Não sou de ficar reclamando, porque não estou descartado, tenho esperança de melhorar, mas no momento do lance, falei ao árbitro: “Você nem falta deu”. Porque se eu estivesse com a perna no chão, teria quebrado. Em seguida, ele (Tioté) fez uma falta no Robinho e poderia ter sido expulso. Estou com dor, querendo voltar, e não posso. Esse tipo de violência tem que ser revista – disse Elano.

O jogador pede mais rigor aos árbitros. Ele também reclamou das faltas de Pepe, da seleção portuguesa, em Felipe Melo.


- Temos jogadores dentro da nossa seleção com várias características, mas nunca vemos objetivo de maldade, de ferir um companheiro, ao contrário de alguns adversários. Dois exemplos: eu e Felipe Melo. A cada dia que passa, isso vem acontecendo, e os juízes não fazem nada, nem dão falta. O maior prejudicado sou eu. Sou eu que quero estar jogando, estar 100% - comentou Elano.

O jogador não tem data para voltar a jogar. Pode ser já na semana que vem, de acordo com o médico da seleção brasileira, José Luiz Runco, ou dentro de mais de um mês. São grandes as chances de Elano não jogar mais no Mundial de 2010.

Em alta, goleiro Stekelenburg recebe elogios do técnico da Holanda

Titular da seleção, que sofreu apenas gols de pênalti na Copa do Mundo, começa a se livrar da sombra do ídolo Van der Sar

Goleiro Stekelenburg durante o treino da Holanda



Aos poucos, ele vem fazendo a torcida não sentir falta de Van der Sar. Titular do gol da Holanda na Copa do Mundo, Marteen Stekelenburg vem tendo boas atuações na África do Sul, e até agora sofreu apenas dois gols, ambos em cobranças de pênalti.


Nas oitavas de final, o goleiro foi um dos destaques do time na vitória sobre a Eslováquia por 2 a 1. Sua atuação rendeu elogios do técnico Bert van Marwijk.

- Maarten foi excepcional. Ele nos salvou e nos permitiu manter o controle em um momento delicado da partida – disse, em declaração reproduzida no site oficial da Fifa.

Stekelenburg substituiu Van der Sar após a Eurocopa de 2008, quando o goleiro do Manchester United anunciou que não defenderia mais a seleção. Nas Eliminatórias, ele sofreu apenas dois gols em oito jogos. E vem mantendo o bom desempenho no Mundial.

No entanto, o seu lugar como número 1 do país já correu riscos. Há cerca de um ano e meio, seu então técnico Marco van Basten chegou a afastá-lo do time titular do Ajax, escalando o jovem Kenneth Vermeer.

- Isso me surpreendeu, porque ele disse que eu não estava me dedicando nos treinos. Mas eu nunca fui preguiçoso - afirmou o goleiro, de 1,94m.

Para Makaay, vencedor de Holanda e Brasil vai estar na final da Copa

Artilheiro da Europa em 2003, quando marcou 29 gols pelo La Coruña, holandês crê que o título estará entre Holanda, Brasil, Espanha e Argentina

Roy Makaay encerrou a carreira no início de 2010

Artilheiro da Europa em 2003 com 29 gols marcados no Campeonato Espanhol e com um total de 256 gols na carreira, Roy Makaay não vê a hora de assistir ao confronto entre Holanda e Brasil, nesta sexta-feira, pelas quartas de final da Copa do Mundo da África do Sul, em Porto Elizabeth. De férias na Alemanha, o ex-atacante de Vitesse, Tenerife, La Coruña, Bayern de Munique e Feyenord acredita que uma destas duas seleções estará na final do Mundial, dia 11 de julho, em Joanesburgo:


- Holanda contra o Brasil é um grande jogo. Acho que os times se equivalem, um é tão bom quanto o outro. Quem vencer deste confronto vai para a final. Obviamente espero uma vitória holandesa - disse, em entrevista ao site oficial da Fifa.

Ao ser questionado sobre o favorito ao título, Makaay não titubeou:

- Antes de começar o Mundial, teria dito Brasil e Espanha. Agora, vejo o campeão saindo de quem vencer do confronto entre Holanda e Brasil e Espanha e Argentina - opinou.

Aspirante a treinador, Roy fez uma breve análise das seleções que chegaram às quartas de final do torneio:

- Os holandeses chegaram com muito conforto. Não tiveram qualquer problema em seus jogos e ainda podem render mais. A Alemanha merece estar nas quartas, está jogando um futebol encantador. Mandar a Inglaterra de volta para casa diz tudo, mas terá que enfrentar a Argentina, que é a melhor equipe que vi até agora. A Espanha é um time grande. Apesar de terem sido um pouco infelizes no primeiro jogo, contra a Suíça, tem potencial e considero como um dos favoritos ao título - acrescentou.

Em contrapartida, Itália e França foram decepcionantes na opinião do ex-artilheiro:

- As maiores surpresas são definitivamente o Uruguai, o Paraguai e o Japão nas oitavas. A maior decepção foi assistir às performances dos finalistas de 2006, França e Itália - afirmou.

O técnico da seleção holandesa, Bert van Marwijk, também ganhou elogios de Makaay:


- Van Marwijk é um treinador excepcional. É muito calmo, tranquilo e sabe exatamente o que quer. Fala diretamente com cada um. Eles sabem que só há um objetivo, ganhar a Copa do Mundo. Classificaria Van Marwijk como um dos melhores técnicos que já tive - ressaltou.

De 2003 a 2007, marcou 74 gols em 121 jogos pelo Bayern de Munique. Para Makaay, não surpreende o alto rendimento do jovem atacante Thomas Müller, da Alemanha, e revelação do clube bávaro, no Mundial:

- Não é apenas na Copa do Mundo. Müller manteve o alto nível em toda a temporada. Trouxe para a seleção alemã todos os aspectos positivos de uma excelente temporada com o Bayern de Munique, assim como todos os jogadores do clube, de fato. Tem sido excelente até agora. Não sente a pressão - decretou.

No entanto, um certo baixinho argentino tem enchido seus olhos:

- Realmente gostei de ver Lionel Messi. Para mim, é o melhor jogador do torneio no momento, apesar de não ter marcado nenhum gol. Mas também tem Gonzalo Higuaín, Diego Forlán e Luis Suárez, que conheço muito bem do Campeonato Holandês - revelou.

Makaay encerrou a carreira em março deste ano, no Feyenoord, e pretende seguir no futebol. No entanto, na beira das quatro linhas:

- Estou esperando para fazer uma transição gradual para treinador, mas preciso me qualificar. A partir da próxima temporada estarei ligado ao Feyenoord, onde foi dar treinamentos especiais aos atacantes mais jovens - concluiu.

Boa notícia em dose dupla: Felipe Melo e Julio Baptista voltam a treinar

Jogadores batem bola na universidade St. Stithians, em Joanesburgo, mas não têm presença garantida contra a Holanda

Julio Baptista volta a treinar com os companheiros




O volante Felipe Melo e o meia Julio Baptista voltaram a treinar com bola na tarde desta quarta-feira, em trabalho orientado pelo técnico Dunga na Univerisdade St. Stithians, em Joanesburgo. Os dois se recuperam das lesões que sofreram no duelo com Portugal, na última rodada da fase de grupos, mas ainda não têm presença garantida no encontro contra a Holanda, nesta sexta-feira, em Porto Elizabeth, pelas quartas de final.


A dupla participou de todo o tempo do treinamento, que foi dedicado a quem não enfrentou o Chile na última segunda-feira. Felipe Melo e Julio Baptista brincaram na roda de bobinho, alongaram, conduziram bola e trabalharam finalização a gol. Eles ainda serão reavaliados. Horas antes do treino, o médico da seleção brasileira, José Luiz Runco, tratou a situação deles com cautela.

- Devagar, vamos ver como eles evoluem – afirmou.

Felipe Melo sentiu dores no tornozelo esquerdo após dividida com Pepe no empate por 0 a 0 diante de Portugal, em Durban. Julio Baptista levou pancada no joelho esquerdo na mesma partida. Já Elano, com edema ósseo no tornozelo direito, está fora das quartas de final e corre o risco de não atuar mais na Copa do Mundo.

Juan avisa que seleção brasileira não dará atenção especial a Robben

Para o zagueiro do Brasil, todo o time da Holanda é importante e merece atenção. Ele lembra como foi a marcação em Drogba e Cristiano Ronaldo



Nada de marcação especial. É essa a orientação na seleção brasileira para o duelo com a Holanda, sexta-feira, em Porto Elizabeth, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Pelo menos é o que Juan, um dos líderes do sistema defensivo, passou na coletiva de imprensa desta quarta-feira, em Joanesburgo.


O assunto surgiu quando o zagueiro foi questionado sobre o atacante Robben, da Holanda. Ele elogiou o jogador, mas descartou obsessão para marcá-lo.

- O Robben é um grande jogador. Vimos o que ele fez na última Liga dos Campeões, pelo Bayern de Munique. Mas a Holanda não é só ele. Temos de ter atenção com todos os jogadores - comentou o camisa 4 do Brasil.

Essa, aliás, tem sido a postura da seleção brasileira nos jogos em que o adversário tem um jogador como referência, um craque, como Robben.


- Vamos procurar fazer como sempre, sem atenção especial. Foi assim com o Drogba (da Costa do Marfim) e com o Cristiano Ronaldo (de Portugal) - disse Juan, citando dois adversários da primeira fase na Copa do Mundo.

Juan tem sido peça-chave no esquema defensivo da seleção brasileira. Na última partida, no triunfo por 3 a 0 sobre o Chile, ele marcou o primeiro gol, aquele que abriu caminho para o Brasil passar pelos sul-americanos, assegurando a classificação.

Coincidências cruzam o caminho da seleção na Copa do Mundo de 2010

Equipe já passou por situações semelhantes nos Mundiais de 94 e 98. No primeiro, a equipe ficou com o título. No outro, com o vice-campeonato

Dunga encarou a Holanda como jogador em 94 e 98 e vai reviver o duelo, mas desta vez como treinador,na Copa do Mundo de 2010

A seleção está vivendo algumas coincidências em sua trajetória na Copa do Mundo de 2010. Em outros dois Mundiais, em 1994, quando se sagrou campeão, e em 1998, quando foi vice, o Brasil passou por trajetórias parecidas e sempre com a Holanda, adversário da próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), em Porto Elizabeth, no caminho. Mas existem outros dados que podem chamar a atenção dos torcedores mais supersticiosos.


Nos Mundiais de 1994 e 2010, a seleção encarou seleções que já tiveram ou ainda vivem no regime comunista. No ano do tetracampeonato, o Brasil derrotou a Rússia por 2 a 0, com gols de Raí e Romário. No campeonato atual, o rival da vez foi a Coreia do Norte. Triunfo por 2 a 1, com gols de Maicon e Elano.

Outra coincidência, mas desta vez entre as Copas de 98 e 2010 é o placar do confronto. Assim como diante dos norte-coreanos, na França, a seleção brasileira bateu a Escócia por 2 a 1.

Na segunda rodada das três competições, o Brasil enfrentou um time africano. Em 94, Romário, Bebeto e Márcio Santos fizeram os gols do triunfo sobre Camarões. Quatro anos depois, o mesmo placar se repetiu diante do Marrocos (Ronaldo, Rivaldo e Bebeto balançaram a rede). No Mundial de 2010, a seleção venceu a Costa do Marfim por 3 a 1, com gols de Luis Fabiano (2) e Elano. Drogba descontou.

Na última partida da fase de classificação dos Mundiais, o Brasil enfrentou uma equipe européia. Curiosamente, em nenhum dos três confrontos, o time canarinho saiu com o resultado positivo. Em 94 e 2010, empates com a Suécia (1 a 1) e Portugal (0 a 0), respectivamente. Em 98, a seleção foi derrotada pela Noruega por 2 a 1.

Nas oitavas de final, até mesmo o adversário se repetiu. Em 98 e 2010, o Brasil enfrentou o Chile. No Mundial disputado na França, vitória por 4 a 1. Na África do Sul, triunfo por 3 a 0 (veja os melhores momentos da partida no vídeo ao lado).

No Mundial atual e em 94, o rival também foi do continente americano, porém, da América do Norte. A seleção venceu os Estados Unidos por 1 a 0, com um gol de Bebeto. Na comemoração, o atacante eternizou um gesto de carinho ao falar "eu te amo" para o companheiro Romário, autor da assistência. Em 2010, o Chile foi eliminado pelo Brasil.

As semelhanças voltam a aparecer nas quartas de final. Em 94, a seleção brasileira venceu a Holanda por 3 a 2, com um belo gol de falta de Branco, que decidiu a partida. Agora, em 2010, a Laranja cruzará novamente o caminho do time canarinho, na próxima sexta-feira.

As coincidências dos Mundiais também podem se repetir nas semifinais. Assim como em 94, quando venceu a Suécia, considerada uma zebra na ocasião, por 1 a 0, a seleção pode encarar uma outra surpresa em 2010. Caso passe pela Holanda, na próxima sexta-feira, os brasileiros vão disputar uma vaga na decisão contra Uruguai ou Gana.

Resta saber se em 2010, a seleção vai alcançar o feito da equipe de 1994, quando levantou o caneco e conquistou o tetracampeonato. Ou se repetirá o fiasco diante dos franceses, na derrota por 3 a 0, na decisão em Paris. A resposta só será dada no dia 11 de julho, no Estádio Soccer City, em Joanesburgo.

Cocu não pensa em vingança na sexta e diz que Holanda quer o título

Auxiliar-técnico de Bert van Marwijk, ex-jogador estava na equipe que foi derrotada pelo Brasil nas semifinais da Copa do Mundo de 1998

Philip Cocu durante treino da Holanda



Integrantes da seleção da Holanda que foi eliminada pelo Brasil na Copa de 1998, Frank de Boer e Philip Cocu têm sentimentos diferentes sobre o novo duelo contra a equipe canarinho, na próxima sexta, pelas quartas de final do Mundial da África do Sul. Enquanto o primeiro diz que será uma boa revanche, o segundo não pensa da mesma maneira. E o detalhe: ambos trabalham juntos como auxiliares de Bert van Marwijk, atual técnico da Laranja Mecânica


- Não penso que devemos nos manter ocupados pensando em uma vingança por 1998 ou 1994. Agora temos que pensar que é uma grande partida como será Argentina e Alemanha. Queremos vencer esse jogo e não olhar para o passado. Esperamos vencer e chegar nas finais – disse o ex-jogador.

Segundo Cocu, a Holanda, acostumada a encantar pelo bom futebol, mas também a sempre morrer na praia em Copas do Mundo, pensa alto.

- Está muito claro para o nosso grupo que ele está aqui para ganhar o Mundial. Se não vencermos, não ficaremos contentes - ressaltou

Cocu, entretanto, voltou a falar do Brasil, desta vez para reconhecer que o pênalti batido por ele e defendido pro Taffarel nas semifinais da Copa da França há 12 anos, demorou a sair de sua cabeça.

- Para mim foi um momento muito difícil como jogador não chegar a uma final. Demorei alguns anos para digerir – contou o auxiliar, ressaltando que vai passar um pouco de sua experiência para o atual grupo que conta com dois jogadores que estavam no grupo derrotado pela seleção canarinho: Andre Ooijer e Van Bronckhorst.

Esperança supera descrença, e Elano confia em retorno: 'Vai dar tudo certo'

Lesão no tornozelo direito coloca em risco o futuro do meio-campista na Copa do Mundo. 'Sou muito otimista', diz ele



Elano, aos 29 anos, tem experiência para dar, vender e emprestar. O jogador sabe que o edema ósseo que ele carrega no tornozelo direito significa uma ameaça séria a seu futuro na Copa do Mundo. Mas o ex-santista tenta manter a cabeça erguida. Na luta entre a esperança e a descrença, ele faz com que a primeira vença. Elano confia que poderá voltar a campo no Mundial.


O jogador pede ajuda aos céus e tira força de seus colegas de seleção. Autor de dois gols nas duas primeiras rodadas da Copa, ele não aceita que sua participação no torneio esteja encerrada.

- Agora, é pedindo para Deus, pedindo força, olhando para os companheiros, trabalhando todo dia. Sou muito otimista. Passei tanta dificuldade na minha vida... É mais uma pedra na minha frente. Se ficar triste, para baixo, não vou trazer nada de positivo. Estou machucado, mas posso melhorar. Isso estava programado para mim. A tristeza dura dois minutos e depois passa. Estou com esperança de que vai dar tudo certo mais uma vez. Sempre deu...

Elano trata a Copa do Mundo da África do Sul como o momento mais importante de sua carreira. É daí que ele tira força para seguir a recuperação, esperançoso de ainda jogar.


- Quando comecei minha preparação, botei na minha cabeça que esse seria o objetivo da minha vida, que faria de tudo dentro de campo para crescer ainda mais. Meu começo, com dois jogos, dois gols, foi espetacular. Mas tenho o pensamento positivo de melhora. Os jogadores sempre querem saber como estou. Isso me fortalece. Tenho fé em Deus de que vou ajudar a seleção – comentou o meia.

O departamento médico não estabelece prazo de recuperação para Elano. Ele pode voltar na semana que vem ou apenas dentro de um mês. O jogador está fora da partida contra a Holanda, sexta-feira, em Porto Elizabeth, pelas quartas de final do Mundial.

Felipe Melo e Baptista vão treinar, mas ainda não sabem se jogam

Volante e meia trabalharão normalmente na tarde desta quarta-feira. Só em seguida é que serão avaliados pelo departamento médico da seleção

Julio Baptista e Felipe Melo se machucaram no duelo com Portugal

Se por um lado Elano está fora das quartas de final da Copa do Mundo, contra a Holanda, sexta-feira, em Porto Elizabeth, Felipe Melo e Julio Baptista ainda têm esperança de ficarem à disposição do técnico Dunga para o duelo.


Segundo José Luiz Runco, médico da seleção brasileira, os dois jogadores, que ficaram fora das oitavas de final, contra o Chile, por conta de contusões, vão para o campo de treinamento na tarde desta quarta-feira e serão avaliados em seguida.

- O Felipe e o Julio Baptista melhoraram, vão a campo e vão treinar. Ainda não posso dizer que serão liberados para sexta-feira, mas eles vão trabalhar. Devagar nós vamos ver como eles evoluem – declarou Runco.

Felipe Melo se machucou ainda no primeiro tempo do empate por 0 a 0 com Portugal, em Durban. Ele sentiu o tornozelo esquerdo em dividida com o luso brasileiro Pepe. Já Julio Baptista saiu por sentir uma pancada no joelho esquerdo.

Como é reserva, Julio Baptista não precisa de substituto. Mas caso Felipe Melo não tenha condições de jogo, Dunga precisa pensar em uma solução. Contra o Chile, ele escalou Ramires, mas ele está suspenso. Josué aparece como principal opção.

Seleção brasileira será a que menos descansará antes das quartas de final

Serão três dias e 18 horas até o duelo contra a Holanda, nesta sexta-feira

Gilberto Silva orienta a seleção brasileira durante a vitória diante do Chile

Depois de superar o Chile pelas oitavas de final, a seleção brasileira será a que menos descansará até a próxima fase da Copa do Mundo. Serão só três dias e 18 horas de intervalo entre o 3 a 0 que valeu a classificação e a partida contra a Holanda, marcada para a próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), em Porto Elizabeth, pelas quartas de final.


- Precisamos tentar aproveitar o tempo que temos para descansar e chegar bem na partida. Estamos esperando um jogo difícil, como sempre aconteceu em Copas do Mundo entre Brasil e Holanda. O cuidado tem que ser bem maior. Eliminamos o Chile, mas agora, mais do que nunca, não podemos errar de maneira alguma - disse Gilberto Silva, um dos que mais correm do Brasil pelas estatísticas da Fifa.

As outras seleções classificadas descansarão até seis dias entre as partidas das oitavas e das quartas de final. A situação complica o planejamento da comissão técnica já que há pouco tempo para recuperar jogadores machucados como Elano, Felipe Melo e Julio Baptista.

- Não temos tido muito tempo para trabalhar. É mais para descansar. A vitória sobre o Chile nos deu mais confiança para seguir adiante - avisou um otimista Maicon.

Seleção se despede, e leva boas recordações, do The Fairway Hotel, a casa do Brasil em Joanesburgo

Ngiyonikhumbula (sentiremos saudades) cantaram os sul-africanos em tocante homenagem de despedida


A comissão técnica não poderia ter feito escolha mais acertada. A decisão de fazer do moderno e novo Hotel The Fairway Spa a casa da Seleção Brasileira em Joanesburgo deu aos jogadores e integrantes da delegação todo o conforto, condições técnicas e tranquilidade para que o trabalho fosse bem-sucedido.


O The Fairway Spa, recém-construído e que teve os integrantes da delegação brasileira como primeiros hóspedes, é um hotel espetacular, dotado de muito conforto e dependências espaçosas, construído em estilo traduzido pelo bom gosto na decoração tanto nos apartamentos como nos espaços externos.

Nele, os jogadores desfrutaram de inteira liberdade, de conversar e participar das horas de lazer se sentindo completamente à vontade, com a privacidade e tranquilidade garantidas.

Mais importante ainda que os aspectos de logística e conforto no período da estada foi o calor humano e a gentileza que todos receberam dos funcionários do hotel, a maioria sul-africanos, mas também de várias outras nacionalidades.

Nos 35 dias que ficaram no The Fairway Spa, os integrantes da delegação foram tratados como se fossem conhecidos, amigos mesmos, o que acabou acontecendo de fato durante o dia-a-dia.

Desde as recepcionistas, garçons, camareiras, o pessoal da segurança, o pessoal da cozinha, comandado pelo chefe Jaime Maciel, era visível o empenho em servir bem.

Os funcionários foram sempre os mesmos, desde o dia 27 de maio, quando a delegação foi recebida com festa. Os garçons, principalmente, se tornaram amigos dos jogadores e receberam em dobro o bom tratamento que dispensavam a todos – além do que cada um foi presenteado com bonés e camisas.

Não só os garçons, mas todos os funcionários, começaram a Copa do Mundo com duas seleções no coração: a África do Sul e o Brasil.

Depois da eliminação dos Bafanas Bafanas, a Seleção Brasileira passou a ser o time número 1 de todos. Na volta dos jogos, os funcionários se reuniam na porta do hotel para receber os jogadores com aplausos e palavras de incentivo.

Na terça-feira, penúltimo dia da estada da Seleção, foi montado um painel em que cada integrante da delegação deixou registrada a marca das mãos e a assinatura – o painel será fixado em lugar de honra do hotel.

Os jogadores lamentaram o fato de ter de deixar o The Fairway. Acostumados ao conforto dos mais luxuosos hotéis em todo o mundo, encontraram um local que deixará saudades.

- A gente fica triste por ter de sair do hotel. Fomos muito bem tratados e tivemos tudo de melhor à disposição - disse o capitão Lúcio.

Muitos jogadores afirmaram que foi o melhor hotel em que se concentraram na carreira. O assistente técnico Jorginho resumiu essa opinião.

- Foi o melhor que fiquei desde o tempo de jogador e agora como assistente técnico da Seleção Brasileira.

O técnico Dunga também falou sobre o fim da estada da Seleção Brasileira.

- Os jogadores foram muito bem tratados, tinham um contato muito positivo com todos os funcionários. Vamos levar boas recordações.

Funcionários fazem homenagem tocante na despedida

Tão logo terminou o jantar desta quarta-feira, os 100 funcionários do The Fairway Hotel se concentraram no saguão principal. Com bandeiras e camisas do Brasil, cantando e dançando, eles se despediram com uma demonstração de carinho que deixou sensibilizados os jogadores.

Ngiyonikhumbula (sentiremos saudade, em zulu), cantavam todos, na despedida.

Seleção Brasileira treina nesta 5ª-feira, às 16h30, na Nelson Mandela Metropolitan University

A Seleção Brasileira treinará nesta quinta-feira, véspera do jogo contra a Holanda, no campo da Nelson Mandela Metropolitan University, às 16h30 (11h30 de Brasília), em Port Elizabeth.


O jogo contra a Holanda, sexta-feira, será no Estádio Nelson Mandela Bay às 16 horas (11 horas de Brasília).

Seleção Brasileira está em Port Elizabeth, o cenário do jogo das quartas-de-final contra a Holanda

Delegação é recebida com cântico de boas-vindas em zulu no Protea Marine Hotel

A viagem foi tranquila, de pouco mais de uma hora, com os jogadores descontraídos e em clima de alegria, desde Joanesburgo até Port Elizabeth.


Do aeroporto até o Protea Marine Hotel, o percurso foi de cerca de 10 minutos, e a delegação foi recepcionada pelos funcionários do hotel com bandeirinhas do Brasil e cânticos de boas-vindas em zulu.

Torcedores brasileiros também recepcionaram a Seleção Brasileira em frente ao hotel.

Assim que deixaram as bagagens nos apartamentos, a maioria deles com vista para o mar, os jogadores foram para o salão onde está sendo servido o lanche.

O jogo contra a Holanda, na sexta-feira, no Nelson Mandela Bay, será às 16 horas (11 horas de Brasília).
















Elano desfalca Brasil contra Holanda e vê sua Copa do Mundo ameaçada

Pelo terceiro jogo seguido, meia fica fora por conta de uma contusão no tornozelo direito. Daniel Alves segue improvisado na armação



Elano está fora da partida contra a Holanda, sexta-feira, em Porto Elizabeth, pelas quartas de final da Copa do Mundo. A contusão sofrida no tornozelo direito, no jogo contra a Costa do Marfim, na segunda rodada, é mais séria do que todos imaginavam, e até mesmo o seu aproveitamento no restante do Mundial, caso a seleção brasileira se classifique, está ameaçado.


- O Elano teve um traumatismo no jogo contra a Costa do Marfim. A imagem na televisão é bastante forte. Ele teve uma evolução muito boa dentro dos conceitos de medicina. Na avaliação clínica, estava evoluindo bem. No domingo, ele trabalhou de uma maneira bastante boa, mas disse que não estava seguro, e não foi colocado na última partida. No momento em que forçou um pouco mais, de novo se queixou de que teve um incômodo. Fizemos uma exame de imagem. Ele tem um edema no osso. Não é uma fratura. É um edema ósseo. Clinicamente, não tem nenhum sinal de incapacidade, mas na desaceleração, incomoda. Ele está tratando, tem que tirar o impacto, pode levar uns dias, semanas, até um mês. Ele vai ficar, até o final desta semana, realizando um trabalho físico sem impacto. - declarou o médico da seleção brasileira, José Luiz Runco, em entrevista coletiva nesta quarta-feira.

O médico não dá garantias sobre o aproveitamente de Elano na Copa. A avaliação será diária. Ele pede ajuda dos céus.

- Eu diria apenas que ele não joga na sexta. Vamos fazer um menu à la carte: a cada dia, vamos ver a evolução. (...) Conto com a ajuda do papai do céu. O que podemos fazer é tratá-lo, e a natureza me ajudar, absorver o edema no osso.

O Brasil vencia a partida por 3 a 0 (o placar final foi 3 a 1), quando Elano entrou em uma dividida com o marfinense Tioté. Imediatamente ele deixou o gramado, amparado pela comissão médica e sem colocar o pé direito no chão. Inicialmente, Runco disse que a situação de Elano não preocupava.

Só que, no dia seguinte, o meia amanheceu sentindo dores no local. Poupado de vários treinos, ele foi a campo na véspera do jogo contra Portugal e disse que ainda sentia a lesão. Com isso, foi desfalque no empate por 0 a 0 com os europeus. Às vésperas das oitavas de final, contra o Chile, mais uma esperança. E nova frustração.

Fora também das oitavas, a situação ficou ainda mais preocupante na última terça-feira, quando, durante um simples treinamento físico no campo de golfe ao lado do hotel onde a seleção brasileira está hospedada, Elano voltou a sentir o tornozelo e abandonou a atividade cabisbaixo e mancando.


- Quando aconteceu o problema, tive uma melhora depois de conversa com o Runco. Sentia-me melhor para treinar. Por isso que não tomamos uma decisão antes. Nesse momento, fizemos o exame. Infelizmente, chegamos agora a uma conclusão mais certa do que tenho - afirmou o atleta.

Em dois jogos no Mundial, Elano fez um gol contra a Coreia do Norte, na estreia, e outro contra a Costa do Marfim. Ele ainda deu uma assistência para o gol de Maicon, diante dos asiáticos.

Ainda estão no departamento médico da seleção brasileira o volante Felipe Melo, com um problema no tornozelo esquerdo, e Julio Baptista, com lesão no joelho esquerdo. Ambos seguem em tratamento intensivo para tentar entrar em campo no duelo de sexta-feira, contra a Holanda, às 11h (de Brasília).

Robinho prega respeito a Holanda e avisa: ‘Vamos chegar com moral’

Jogador diz que seleção brasileira tem condição de bater os rivais das quartas de final na próxima sexta-feira, em Porto Elizabeth

Robinho em coletiva da seleção

A boa atuação da seleção brasileira na vitória por 3 a 0 sobre o Chile, na última segunda-feira, no Estádio Ellis Park, em Joanesburgo, encheu o atacante Robinho de otimismo para o confronto da próxima sexta-feira, às 11h (de Brasília), contra a Holanda, em Porto Elizabeth, pelas quartas de final da Copa do Mundo. Para o jogador, a equipe verde e amarelo tem tudo para mostrar uma evolução ainda maior em relação aos jogos anteriores no Mundial.


- Com respeito ao adversário, vamos chegar com moral na partida de sexta-feira. Acho que o Brasil jogou bem na última partida, mereceu a vitória e poderia ter sido até um pouco mais. Vamos chegar a uma fase decisiva, uma final antecipada - afirmou o jogador.

Robinho afirmou que a seleção está preparada para encarar os holandeses, um dos times de melhor desempenho no Mundial da África do Sul.

- Holanda tem mais força física, mas o Brasil está preparado para jogar contra a seleção holandesa também - disse o jogador, que afirmou não ter merecido ser eleito o melhor da partida no confronto diante dos chilenos.

Nesta quarta-feira, a seleção brasileira vai treinar na Saint Stithians College, em Joanesburgo. Em seguida, a delegação vai seguir para Porto Elizabeth.

Bola parada abre caminho para Brasil usar sua melhor arma: contra-ataque

Lance do gol de Juan mostrou eficiência brasileira nos escanteios, com Lúcio e Gilberto Silva fazendo proteção ao camisa 4 da seleção brasileira



Que a seleção brasileira do técnico Dunga é forte no contra-ataque, não é novidade. Até porque nos últimos três anos e 11 meses foi assim que ela se mostrou em campo. Mas nessa segunda-feira o que abriu o caminho para a vitória por 3 a 0 sobre o Chile foi a bola parada (veja o vídeo ao lado).


Demorou 34 minutos para que ela fizesse a diferença, é verdade. Mas a jogada foi fatal. Maicon cobrou o escanteio da direita, Lúcio e Gilberto Silva fizeram a proteção para que nenhum marcador chegasse até Juan, e o camisa 4 subiu soberano na área para cabecear.

- Foi bem legal, ainda mais por ser um gol importante. A partida estava muito fechada, mas conseguimos marcar em uma jogada forte nossa, que é a bola parada - falou Juan.

O lance foi o único de bola parada que deu certo no jogo, mas ficou claro nele a maneira como o Brasil se arma em escanteios. E até mesmo em algumas faltas cruzadas para a área. Michel Bastos é o escolhido para ficar mais atrás, na linha do meio campo. Na meia lua, à espera do rebote, fica Robinho, mas ele se movimenta.

Lá na área, a formação é a seguinte: Kaká vai para a segunda trave e o trio Gilberto Silva, Lúcio e Juan fica próximo. Quando a bola sai do escanteio, cada um vai para um lado. A jogada ensaiada acabou em gol da seleção brasileira.

Um fato curioso nos escanteios do Brasil ajudou que a jogada tivesse uma boa conclusão. Maicon tomou para si a cobrança de Daniel Alves, que pouco antes havia cobrado mal dois escanteios, na primeira trave. Ambos foram facilmente interceptados pela zaga chilena. O camisa 2 contou como foi essa troca.

Eu pedi a ele para trocar, já estava ali para bater. E graças da Deus deu tudo certo, consegui colocar na cabeça do Juan - contou Maicon.


Durante o jogo, a seleção brasileira teve oito escanteios e quatro faltas cruzadas na área. Mas foi o famoso contra-ataque brasileiro que entrou em cena na sequência. Três minutos depois, Robinho recebeu bola rápida na esquerda, rolou para Kaká no meio, e o craque deu um passe milimétrico para Luis Fabiano ampliar o marcador.

Já no segundo tempo, outro lance rápido originou um gol. Aos 14 minutos, Ramires roubou a bola no meio-campo, avançou em velocidade pelo meio e deixou Robinho na cara do gol: 3 a 0 para a seleção brasileira.

A expectativa dos jogadores da seleção brasileira agora é que a Holanda “imite” o Chile e vá para o ataque. Assim, o time do técnico Dunga poderia ter mais espaço para jogar e imprimir o seu ritmo de jogo. No forte contra-ataque, auxiliado pela qualidade na bola parada, como seu viu na última segunda-feira.